Precisamente às 21hs, o Sonata Arctica
foi para o palco ao som de uma intro basicamente cinematográfica, sendo primeiro o baterista
Tommy Portimo com uma camiseta da seleção
brasileira e logo depois os demais, que foram saudados um a um pela contente
plateia. E foi com muita melodia ( característica de todo o show do Sonata Arctica
) que os finlandeses abriram o set com a formosa e relativamente
cadenciada I Have a Right, sendo que primeiro apenas Tonny Kakko
cantou
praticamente à capella e instantes depois a banda veio junto.
O crescente
desta música do Stones Grow Her Name de 2012, que pertence ao sétimo disco
de estúdio da banda foi notado, sentido e contagiou todos nós imediatamente, pois, reagimos
discretamente com os "hey... hey... hey..." e "wooooeeeew"
à maneira que a canção nos envolvia mais, aí, já "dominados" agitávamos
mesmo.
Em seguida, Tony Kakko falou algumas palavras e
cumprimentou todos nós para depois mergulhar no Power Metal mais tradicional
com a rápida Black Sheep, clássico do Silence de 2001, o segundo disco da
banda e a reação do público foi de aplaudir e cantar seus versos com o
quinteto. Era impossível não ser atingido com o alto astral incrustado na sonoridade do
Sonata Arctica.
Seja em I Have a Right ou em Black Sheep
ou em todo o
show, reparamos como o som
estava cristalino, assim como a iluminação estava excelente e como a banda estava
com uma garra única em nos entregar um resplendoroso espetáculo, desafiando
e vencendo suas adversidades pessoais ( conto o porquê disso mais abaixo e
já assinalo aqui os meus parabéns para a equipe da Circle Of Infinity
Produções ).