Cradle Of Filth
Luzes, cores e sonoridades malignas
Foi por volta das 21:15, que o palco
do Estúdio Mirage Eventos estava pronto para que o Cradle
Of Filth desse início ao primeiro de seus três shows no Brasil diante de
uma plateia com muitas mulheres e muito bonitas por sinal, todas com um
visual mais voltado ao estilo gótico, um que faz parte da temática abordada
pelos ingleses, que nesta noite tinha o seguinte line up: Dani Filth
nos vocais, Donny Burbage e Marek 'Ashok' Smerda nas guitarras, Martin Skaroupka
na bateria, Daniel James Firth no baixo e Zoe
Marie Federoff nos teclados e backing vocals, e todos com suas
maquiagens sombrias.
Durante a sinistra introdução, com
luzes vermelhas, os membros da banda entraram no palco e por último, o
líder, Dani Filth, que veio encapuzado, tirou o capuz e disparou a To Live Deliciously,
canção do recente The Screaming Of The Valkyries, que foi uma
paulada Black Metal Melódica com vocais rasgados e um ritmo acelerado, que
foi quebrado nos vocais líricos de Zoe Marie Federoff.
Além dos
agudos intimidantes, Dani Filth caminhou bastante pelo palco
contagiando e colocando o público em suas mãos. E deu para literalmente
sentir de perto o poder desta nova composição da banda com destaque também
para os solos de guitarras feitos por Donny Burbage e Marek 'Ashok'
Smerda
( cuja maquiagem foi inspirada personagem Pinhead do
conhecidíssimo do filme Hellraiser ).
Muito interessante são as
caretas que Dani Filth fez no término desta primeira música (
aliás, durante
o show todo ) e deste modo ele demonstrou muito carisma comandando a
apresentação com tranquilidade sempre mirando o microfone para nós ou as
mãos pedindo nossa participação, na forma que solta seus berros e agudos, em
suma, um verdadeiro showman.