E um
detalhe, desta vez, cerveja e qualquer outra bebida, só fora do evento.
Com isso para aplacar a sede desta tarde calorenta de setembro só com
refrigerante ( um verdadeiro sacrifício, mas pelo Sepultura é
válido ). A
organização queria evitar brigas, e diga-se de passagem que ao desenrolar
de todo o evento, não tenho a confirmação oficial, mas posso assegurar
nenhum incidente foi registrado.
Falando do que mais
interessa, vi a passagem de som do Sepultura e já fiquei impressionado
com a grande bateria do mestre Igor Cavalera.
Terminada a passagem de som,
o evento demora um pouco mais para começar ( estavam preparando a outra bateria - esta bem menor -
para que as outras bandas pudessem se apresentar
). Depois das 16hs, o Alaska, a primeira das bandas de Campinas/SP tem a missão de começar a
preparar a galera que já estava em grande número presente. Com covers de
System of Down e cantando uma música própria chamada Insônia,
com o Alaska temos o início das primeiras rodas na Pedreira.
Na seqüência tivemos os
shows das bandas Lucrézia Borges e Lethal Charge - que possui
uma pegada mais
thrash, seguidas de: Vulgo Fúria e Armpyt. Embora essas bandas tenham feito muito barulho
e tentando animar a galera, elas não foram as bandas mais adequadas para uma abertura de uma banda como o Sepultura,
porém, é muito importante também dar oportunidades para todas essas bandas,
mas penso que deveriam ter sido convidadas algumas bandas com qualidade maior, que
já tivessem um cd lançado por alguma gravadora, aí com certeza o
público se empolgaria bem mais. Em todo caso, para um evento gratuito já está de bom
tamanho.