Dream Theater - Chaos In Motion World Tour
Abertura: Hangar
Sábado, dia 08 de março de 2008
no Estacionamento do Credicard Hall
em São Paulo/SP
Dream Fucking Theater
Não sai da minha cabeça; o Mike Portnoy fazendo uma corrida com as baquetas na extensão de sua bateria, com pancadaria, intensidade e precisão absoluta e Jordan Ruddes nos teclados, tocando virtuosamente "a la" Rick Wakeman ( Yes ) e Keith Emerson ( Emerson, Lake & Palmer ), aí aparecia o teclado no telão, e as notas no sintetizador saiam como efeitos de raio, tudo auxiliado pela percussão demolidora do Mike Portnoy; e depois eu olhava as luzes perfeitamente sincronizadas com a banda, via as luzes brancas do alto do palco, que ascendiam todo o estacionamento do Credicard Hall, e dizia para mim mesmo: aquilo são naceles da nave Enterprise NCC-1701, foi impressionante, um puta showzaço, e olha que o Dream Theater não faz parte de minhas bandas favoritas.
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Mostrando que tem personalidade de sobra Nando Fernandes ( vocais ), Eduardo Martinez ( guitarra ), Fabio Laguna ( teclados ), Nando Mello ( baixo ) e Aquiles Priester ( bateria ) abrem o show com Just The Begining seguida por Hastiness ambas do novo cd e neste exato instante, nós estávamos adentrando no Estacionamento do Credicard Hall. Savior do cd Inside Your Soul foi quando começamos a realmente ver o show do Hangar e acompanhamos a forte presença de palco de Nando Fernandes comandando a platéia que respondeu com bastante empolgação durante a execução desta canção. E o Hangar claro, deu ênfase total ao novo cd tocando Call Me In The Name Of Death e o público presente mostrou que conhecia bem a faixa agitando bastante com a banda.
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Seguiram com Blind Faith e Surrounded em que John Petrucci, fez um solo magnífico ( com direito a um trecho de Mother do Pink Floyd ), ele sempre foi esforçado, mas sempre existiu melhores guitarristas do que ele, tanto que no G3 de 2006 ( veja resenha e cobertura ) ele foi quem menos apareceu, mas no show e neste solo o cuidado que ele teve com a melodia, tanto em escalas rápidas como em melodias lentas, foi uma coisa realmente esplêndida, para mim foi o melhor momento do show; foi um êxtase inclusive pessoal, talvez foi a única coisa moderna ( o que o Rock Progressivo traz ) que vi neste segundo milênio de terror, pobreza e falta de escrúpulos, foi o espaço e o paraíso, desta vez Petrucci me convenceu - ou finalmente ele chegou onde queria. E a viagem do Rock Progressivo depois foi com mais agito, com a The Dark Eternal Night e nesta foi à vez de Jordan Rudess, assumir o comando da banda e soltar raios para todos os lados, pois fez um solo impecável e alucinante no teclado, levando ao platéia em delírio, uma coisa legal também nesta música foi o desenho animado que apareceu no telão, em que aparece a banda perseguindo um monstro, e durante a perseguição, quando cada integrante fazia um solo no desenho, o personagem ( que eram os próprios membros da banda ) disparavam vários raios no monstrengo.
E muito rápido, logo em seguida tocam Erotomania, mais uma recheada de solos virtuoses de teclado e guitarra, que emocionou a platéia, e o show seguiu com Voices, mais uma boa, e eles encerraram o show antes do bis com Forsaken - cantada por todo o publico com muita emoção, Take The Time e In The Presence Of Enemies, sendo a execução de mais uma usina termoelétrica e radioativa do Dream Theater.
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Por André Torres ( Dream Theater ) |
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Set list do Dream Theater
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