"Depois de todos esses anos, a música dele é como se fosse meu amigo mais antigo, sempre na parte de trás da minha cabeça e no horizonte. É a melhor música que eu já ouvi. Sempre confiei na pureza dela e sempre vou confiar. Até que eu ouvisse sua música, tudo que eu tinha ouvido, parecia que estava enfeitado para ficar na vitrine de uma loja, em algum lugar. Quando eu o ouvi pela primeira vez, era como se ele estivesse cantando só para ele mesmo e, de vez em quando, para Deus. De cara, aquilo me amedrontou por sua intensidade e eu só conseguia ouvir em pequenas
doses. Mais tarde, eu conseguiria força e ouviria em maior quantidade, mas eu nunca pude escapar daquilo, na verdade e, no fim, a música dele me deixou mal-acostumado para sempre",
diz Clapton em um comunicado oficial em que fala sobre o disco.